O tempo passa, o tempo voa…

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Foto: Alexandre Belém – Brasil x Argentina, Recife, 1994

“O tempo passa, o tempo voa e a poupança Bamerindus continua numa boa”. Você conhece essa propaganda? E o banco? É, Bamerindus é o nome de um banco.

Ontem, folheando o livro (com toda a história) do Nafoto, esbarrei no meu nome. Chega tomei um susto. Meu nome nos anais do Nafoto e do Mês Internacional da Fotografia?

É aí que entra o Bamerindus. Em 1995, tive uma foto selecionada para a Bienal de Fotojornalismo 1990-1995 que aconteceu aqui em São Paulo (na Fundação Bienal). A mostra estava na programação do Mês Internacional e por isso figura no livro.

Foi uma grande exposição com um livro grandão e um bocado de gente fera… Não, não estou falando de mim. Não lembrava mais disso e a citação no livro do Nafoto me trouxe um bocado de lembranças. Daí, fui correndo catar o livrão e não achei. Deve ter ficado no Recife com outras estantes de livros que não vieram. Uma pena!

O livro (capa abaixo) vale ter na estante pois é um belo documento do nosso fotojornalismo. Em sebos tem demais.

A foto que entrei é esta do post: jogo Brasil e Argentina no Mundão do Arruda em 1994. Sim, o comercial do Bamerindus tá aqui.

A capa do catálogo da Bienal

Comentário 1

  1. juan esteves 11/07/2011

    Querido Belém,
    A poupança e o banco Bamerindus , lá do Paraná (Banco MErcantil e Industrial do Paraná) foi para o brejo, mesmo com esse jingle que até hoje reverbera em quem tem mais de 30 anos de idade… Ainda que seu dono, o também fazendeiro José Andrade Vieira, tenha sido ministro da Industria e Comércio do FHC, (o que sobrou do banco foi comprado pelo HSBC)
    Curiosamente quando hoje se fala de incompatibilidades entre vida privada e cargos públicos, naquela época ele dirigia o banco, um dos maiores do setor, e era ministro.Aliás, foi ministro também da Agricultura, da Reforma Agrária, etc… O que se vê pelo que temos hoje, que não não deixou legado nenhum.
    No entanto Belém, sua imagem é excelente ainda que essa “Bienal” que só durou esta edição, infelizemnte, mereça críticas mais severas quanto a curadoria e montagem. Mas… era 1995..outros tempos…e ai também reside a validade desse catálogo, trazer a tona todos os eventos e mostrar que não se pensava somente em São Paulo e Rio, como muitos choram
    Abraços e parabéns pela bela imagem!

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